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Triângulos indestrutíveis: o 8º ano e suas pontes

Eles estão em toda parte. Os triângulos podem ser vistos desde os telhados das casas até as estruturas de construção civil da Ponte Hercílio Luz, por exemplo. Isso acontece por ser uma forma geométrica rígida, que não se deforma.

Aplicando este conhecimento, os 8º anos construíram pontes com palitos de picolé e cola como um experimento matemático. Durante o 2º dia do Encontrão, todas as estruturas foram testadas. Afinal, quanto peso será que elas aguentaram?

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Alunos brilham nos tabuleiros

Nossos estudantes Luiza Lessing (7º ano A) e Bernardo Lalane (6º ano A) subiram ao pódio do FENAC organizado pela Confederação Brasileira de Xadrez (CBX). Luiza ficou em 2º lugar na categoria Clássico Sub-12 Feminino e Bernardo em 3º no Brasileiro Clássico Sub-12. Foram 5 dias de competição, reunindo mais de 300 enxadristas em Natal, Rio Grande do Norte.

Luiza Lessing conta um pouco melhor sobre como tudo isso começou: “O início dos meus estudos de xadrez foram nas aulas extracurriculares da Escola. Os professores notaram que eu estava me soltando bastante e fizeram a proposta de eu ir para a equipe de alto rendimento. O evento foi divertido, fui com a minha mãe. Eu e o Bernardo compomos a mesma equipe de xadrez”.

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Escrever um livro: 6º ano conversa com escritora Angélica Kalil

A professora Ana Carolina, de Língua Portuguesa, juntamente com seus alunos do 6º ano, fizeram uma entrevista com a renomada escritora Angélica Kalil. Seu livro “Amigas que se encontram na História” ganhou o prêmio Jabuti de literatura juvenil em 2021, reconhecido por sua relevância e impacto na sociedade. Além de ser uma obra literária notável, o livro também tem sido utilizado como material didático nas salas de aula dos 6º anos, estimulando discussões sobre o processo de produção de um livro e levantando questões sociais e artísticas relacionadas à escrita.

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7º ano vai ao Eco do Avencal

Os 7º anos foram ao Eco do Avencal em Timbó, para aprender de maneira divertida, que estamos rodeados de ciência. A experiência envolveu viajar no tempo através de objetos pré-históricos, ver e sentir com os dedos os animais dos livros de biologia, observar reações químicas e usar a física a seu favor. Da mesma forma, a performance dos professores chama a atenção e costuma acompanhar as turmas no decorrer do ano. Quem não se lembraria de segurar uma das maiores cobras do mundo, ou de lançar fogo das próprias mãos?

Apesar de fazer algum tempo de termos ido lá, não é difícil lembrar.” relata Eric Cordeiro Da Silva, estudante do 7º ano A. “Para mim, vai estar sempre fresco na memória, porque foi muito marcante. Gostei muito da parte da paleontologia. Tinham fósseis de dinossauros e outras coisas pré-históricas. É algo que me interessa desde pequeno. Lá eu pude tirar uma foto de um pequeno âmbar com um mosquito dentro, parecido com o do filme Jurassic Park

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A festa junina foi um sucesso!

A festa junina da Escola da Ilha foi regada de união, cultura, brincadeira e muitas comidinhas gostosas. As apresentações começaram com as turmas do infantil e fundamental apresentando coreografias, batendo o pé no chão e girando as rodinhas dos patins. A quadrilha final ficou a cargo do terceirão, que deu um baile. Como não poderia faltar, o 3 ano comoveu com a morte do Boi de Mamão, que renasceu em festa através de muita reza e dança. Confira as fotos na nossa galeria.

Os festejos juninos no Brasil reúnem os dias de São João, Santo Antônio e São Pedro. A origem remonta dos povos antigos, que até hoje cultuam a prosperidade da terra e deseja às sementes um bom crescimento. Por aqui, a Escola da Ilha comemora as conquistas desde o início do ano e planta esperança através dos festejos para que os frutos sejam colhidos ao final do ano com prosperidade, prazer e respeito.

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Lambe lambe que tem asas e liberta!

Uma revoada pode significar muitas coisas. Na mata, pode ser a presença de um predador. Na alma, anuncia a partida de um bom começo. Quando baixa, traz adrenalina, e quando alta inunda o “revoante” em tranquilidade, talvez traduza até a mudança migratória. A artista pernambucana Andréa Tom batiza seu trabalho de Revoada em 2020, que contagiou os estudantes do 5º ano da Escola da Ilha em 2023.

A professora de artes Elis Mira explica como aconteceu essa aproximação: “No primeiro bimestre investigamos as diversas técnicas e expressões artísticas que configuram as artes urbanas. O mural de lambe-lambe ‘Revoada’ foi inspirado no trabalho da artista Andréa Tom que generosamente se dispôs a conversar com as crianças sobre seu processo criativo e a técnica utilizada, fazendo com que a aula ganhasse ainda mais sentido”.