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Começo, meio e fim: as narrativas do 2º B

Para criar uma história – ou mesmo um bilhete – é necessário um começo, um meio e um fim. Pouco a pouco, os alunos do 2°B, a Turma “1,2,3 era uma vez”, foram entendendo como funciona uma narrativa e puderam criar suas próprias histórias. Eles começaram com histórias em quadrinhos, criadas em dupla, para depois elaborar histórias escritas, que serão apresentadas na coleção Pequenos Autores da Ilha. “Por meio desse trabalho, as crianças puderam aprender a relacionar o desenho e o texto”, explica a professora Kenia Marcon Belli.

3º B visita o Forte de Santana

A Turma dos Exploradores, 3°B, do ensino fundamental, esta estudando a invasão espanhola no estado, por isso, como parte do projeto os alunos visitaram mais uma das fortalezas de Florianópolis, desta vez o Forte Santana, que fica na cabeceira da Ponte Hercílio Luz.

O Forte de Santana foi construído a partir de 1761, sua função era proteger a Vila de Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis, das embarcações que adentrassem pela Baía Norte.

Ao longo do tempo, passou por vários usos e reformas, até sua restauração definitiva em 1969, que lhe devolveu as formas originais. Em 1938, foi tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, abrigando desde 1975 o Museu de Armas da Polícia Militar de Santa Catarina.

3º B no Forte de Jurerê

A invasão espanhola em Santa Catarina é um dos temas que a turma dos Exploradores da Ilha (3° B) está estudando. Em junho, eles visitaram uma das fortalezas de Florianópolis, a de São José da Ponta Grossa, na praia de Jurerê, com Rodrigo Stüp, do Guia do Manezinho. Foi um banho de história, de diversão na área externa da fortaleza e a descoberta do trabalho das rendeiras e seus bilros.

“Foi muito legal porque os alunos puderam recriar o episódio da invasão espanhola, ficaram nos postos de observação do inimigo, entre os canhões e puderam usar toda a imaginação para interpretar o momento da chegada dos espanhóis em território portugues”, conta a professora Firmina Martins.

2º B conta 1, 2, 3, era uma vez…

1, 2, 3 era uma vez é o nome da turma do 2° B (fundamental), que se dedica a ler, ouvir, contar, criar e escrever histórias. Com os alunos, a professora Kenia Marcon Belli criou a “sacola viajante”: cada semana, ela vai para a casa de um aluno e volta com um livro novo escolhido por ele.

O nome do livro lido em sala e o nome do aluno que o trouxe foi formando a “árvore literária”, que ocupa uma parede da sala de aula. A professora Kenia trouxe as suas contribuições, entre elas uma coleção de livros de contos de fadas inclusivos.

Fantasias do 2º B recriam personagens das historinhas

A Turma 1, 2, 3 era uma vez, 2° B, do ensino fundamental tem como projeto neste ano ler, contar, escrever e criar histórias. Em uma das atardes de atividades, eles literalmente “vestiram a camisa”: vieram fantasiados dos personagens do conto de fadas que foram lidos em sala.

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2º B descobre o Braile

Os alunos do 2° B estão interessados em histórias. “O nome da nossa turma é ‘1,2,3 Era uma vez’. Por isso, a ideia era ouvir histórias e conhecer os espaços da biblioteca pública de Santa Catarina. Entretanto, o que mais chamou a atenção dos alunos foi o desafio de aprender a ler um livro em braile”, explica a professora Kenia Marcon Belli. Lá, as crianças conheceram também os arquivos dos jornais mais antigos do estado e tiveram contação de histórias realizado pela bibliotecária da instituição.